Testando o iPhone Duo: vale a pena?
Publicado em 31/10/2026
Levar dois smartphones para uma viagem de férias pode parecer exagero, mas foi exatamente a estratégia adotada por uma experiente jornalista de tecnologia ao testar o recém-lançado iPhone Duo da Apple. Entre o ceticismo inicial e a curiosidade com o formato experimental, o dispositivo acabou conquistando espaço na rotina, mesmo diante de alguns percalços com aplicativos e funcionalidades.
A transição para um formato experimental
Acostumada com o padrão refinado e o amplo espaço de tela de modelos tradicionais como o iPhone 17 Pro Max, a transição para o corpo mais curto e compacto do Duo exigiu uma adaptação psicológica. O formato inicial causou estranheza quanto à usabilidade e ergonomia, mas a portabilidade logo se mostrou surpreendente.
- Coube perfeitamente em bolsos dianteiros e traseiros.
- Suportou repetidas quedas acidentais em pisos duros sem nenhum dano à tela.
- Resistiu à pressão de ser sentado acidentalmente diversas vezes.
Desafios de software e o impacto da inteligência artificial
Apesar da robustez física do aparelho, a experiência de uso não foi totalmente livre de frustrações. O período de férias evidenciou limitações em softwares específicos, especialmente em aplicativos populares que ainda não haviam sido otimizados para o novo formato de tela.
Problemas com o Google Search
Um dos maiores incômodos relatados envolveu o aplicativo do Google Search, que apresentou travamentos frequentes durante o uso do modo de inteligência artificial. Como o recurso era amplamente exigido para buscas rápidas de rotas, clima e pontos turísticos, a instabilidade exigiu o fechamento forçado repetidas vezes.
O veredito sobre o design e os aplicativos
Embora alguns softwares exibissem barras pretas nas laterais devido à falta de adaptação ao novo fator de forma, a situação foi considerada um detalhe estético passageiro e não um impedimento real de uso. Aplicativos fundamentais continuaram funcionais, e a expectativa é de que o ecossistema se atualize rapidamente. Contudo, a ausência do Face ID e o retorno a métodos antigos de autenticação foram apontados como pontos negativos relevantes no design do aparelho.
Fonte: techcrunch.com
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